Terapeuta sentada escrevendo em diário de autoconhecimento ao lado de materiais terapêuticos

Eu já ouvi de muitos colegas terapeutas, assim como vivenciei em minha caminhada pessoal, que a jornada de superação de limitações é como um caminho sem pontos finais. Sempre há algo mais a reconhecer, curar e transformar. No Instituto Flor de Liz, percebo a cada atendimento como este movimento interno é o que diferencia uma escuta sensível, uma presença afetiva e, acima de tudo, uma terapia realmente eficaz. Hoje quero compartilhar um pouco do que aprendi e desenvolvi nesses mais de 20 anos de prática, incluindo exercícios sistêmicos presentes no meu ebook (para saber mais clique aqui), para apoiá-los na busca por reconhecimento interno e mudança real.

Entendendo nossas próprias barreiras emocionais

Ao longo da minha experiência, percebi como nossas histórias pessoais atuam, muitas vezes de maneira sutil, nos atendimentos. Já se perguntou por que certos temas trazidos pelos clientes despertam desconforto ou até aquela ansiedade inesperada? Isso tem uma explicação: nossas repetências internas, feridas abertas e crenças limitantes que insistem em permanecer. Por isso, o processo de autoestudo é parte fundamental da atuação terapêutica de excelência.

Reconhecer a própria história é o primeiro passo para transformar a forma como cuidamos do outro.

Frequentemente, compartilho com alunos e pacientes: "não adianta buscar técnicas apenas, sem cuidar do próprio terreno interno". A prática terapêutica exige coragem para olhar para si mesmo.

Exercício sistêmico: nomear e acolher limitações

No ebook que criei para apoiar terapeutas e profissionais da ajuda, um dos exercícios mais transformadores é o de nomear suas principais limitações atuais. Vou descrever como aplicá-lo e os efeitos práticos que já observei:

  1. Pegue papel e caneta.
  2. Pergunte a si: “Em quais situações, durante um atendimento ou estudo, sinto algum incômodo, dúvida ou insegurança?” Escreva livremente.
  3. Observe a lista. Nomeie cada um dos pontos com gentileza: “Hoje percebo que tenho dificuldade em lidar quando alguém fala sobre perda”, por exemplo.
  4. Acolha essas limitações sem julgamento, lembrando-se de que todo terapeuta ou profissional da ajuda está em jornada permanente de crescimento.

Ao fazer isso comigo mesma, senti grande alívio. O acolhimento de nossas sombras é o que abre portas para soluções criativas e desenvolvimento genuíno nas relações de ajuda. Já vi muitos colegas se surpreenderem ao perceber que o simples ato de nomear traz clareza e leveza.

Olhar para a origem dos padrões repetitivos

No Instituto Flor de Liz, uma abordagem que sempre emprego é investigar de onde vêm essas limitações. Será que estão relacionadas à nossa história familiar? A Constelação Sistêmica mostra que muitos dos bloqueios que sentimos no trabalho também refletem nossos padrões herdados de pais, avós ou outros ancestrais. Uma pergunta simples pode ajudar:

  • Esse desconforto é realmente meu ou estou repetindo algo da minha família?
  • Quando sinto medo de errar, consigo lembrar de quem também carregava esse medo?

Trazer à consciência essas conexões muitas vezes já dispara um processo de cura, que pode ser aprofundado por meio de práticas como a Constelação na Água – Método Aquarius.

Praticando o autocuidado: rotina e constância

Eu sempre reforço para quem passa pelo Instituto: cuidar de si é prática diária, não pontual. Listo aqui pequenas ações que fazem diferença:

  • Dedicar 5 minutos ao despertar para um exercício de respiração consciente;
  • Manter um diário para registrar emoções e percepções após atendimentos;
  • Criar momentos semanais para revisar avanços e desafios no seu próprio processo terapêutico;
  • Buscar supervisão em grupo ou individual – compartilhar amplia horizontes.

Nenhuma dessas práticas é milagrosa sozinha. O conjunto, mantido com carinho, vai reprogramando crenças, liberando tensões acumuladas e fortalecendo nossa confiança como terapeutas. No blog do Instituto Flor de Liz, compartilho outras dicas simples para apoiar o cuidado da mente e da alma.

Ferramentas complementares para aprofundar a jornada interna

Além dos exercícios que citei, existem materiais específicos, como cards de imagens e roteiros de reflexão, que podem ser usados tanto em grupos quanto no autotrabalho. No Instituto que dirijo, desenvolvi ferramentas visuais e didáticas para ampliar a compreensão sobre emoções, padrões e soluções possíveis. Uma dica: intercalar o uso desses recursos com práticas terapêuticas fortalece ainda mais os resultados alcançados.

Outro conteúdo relevante que publiquei, inclusive, detalha os benefícios das terapias pessoais para quem atua na área do cuidado e deseja avançar mais seguro rumo aos próprios sonhos.

O poder da supervisão e da partilha entre colegas

Eu acredito sinceramente que o trabalho terapêutico não deve ser solitário. Participar de supervisões e grupos de apoio, como faço no Instituto Flor de Liz, faz diferença concreta. Ao escutar relatos de outros profissionais sobre seus desafios, percebemos que nossos conflitos são humanos e compartilhados. Surgem ali novas leituras, inspirações e, acima de tudo, acolhimento verdadeiro. Nenhum terapeuta cresce sozinho.

Conclusão: a jornada constante de quem cuida de outros

Se tem algo que aprendi ao longo das décadas dedicadas à terapia e à formação de profissionais, é que autoconhecimento se constrói um passo de cada vez – com gentileza, coragem, honestidade e apoio mútuo. Exercícios sistêmicos, práticas diárias e espaços de supervisão compõem o alicerce de um atendimento eficiente e profundo.

Se você deseja transformar sua relação consigo mesmo(a) e com seus clientes, se quer aprofundar sua escuta e fortalecer sua presença, convido a conhecer melhor o Instituto Flor de Liz, nossas formações, cursos e materiais exclusivos. O seu processo de desenvolvimento influencia diretamente a potência do cuidado que oferece ao mundo. Venha caminhar comigo nessa estrada de transformação!

Perguntas frequentes sobre autoconhecimento

O que é autoconhecimento e para que serve?

Autoconhecimento significa reconhecer seus sentimentos, padrões de pensamento e atitudes, compreendendo as raízes dessas manifestações. Ele serve como ferramenta para lidar melhor com desafios, aumentar a clareza nas decisões e promover bem-estar em todas as áreas da vida.

Como desenvolver autoconhecimento no dia a dia?

A prática pode começar com pequenos hábitos, como escrever um diário, refletir sobre suas reações diante de situações ou buscar feedbacks sinceros. Exercícios sistêmicos, meditações curtas e conversas profundas também ajudam a ampliar a consciência de si.

Autoconhecimento pode melhorar a terapia?

Sim, quando terapeuta ou cliente se conhecem melhor, as sessões ganham foco e profundidade. O profissional passa a identificar interferências pessoais no atendimento, ajustando abordagens para atingir resultados mais autênticos e duradouros.

Quais técnicas facilitam o autoconhecimento?

Algumas técnicas que recomendo incluem exercícios sistêmicos, constelação familiar, uso de cartas e imagens terapêuticas, além de práticas de respiração e escrita reflexiva. O importante é encontrar aquela que faz sentido para sua trajetória.

Por que o autoconhecimento é importante na vida?

Porque ele fortalece a autoestima, ajuda a lidar melhor com adversidades e amplia a sensação de pertencimento e propósito. Pessoas com mais consciência sobre si mesmas geralmente vivem relações mais maduras e possuem maior poder de transformação nas próprias vidas.

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Sayonara Crema

Constelação Sistêmica | Consultoria Organizacional

Psicanálise Clínica | Terapeuta Integrativa | Escritora

📍Serafina Corrêa/RS

📲 (54) 99905 8574 (somente WhatsApp)

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Sayonara Crema

Sobre o Autor

Sayonara Crema

Sayonara Crema é fundadora e diretora do Instituto Flor de Liz, com mais de 20 anos de experiência integrando Constelação Sistêmica, Psicanálise Clínica, Terapias Integrativas e Consultoria Organizacional. Dedica-se a apoiar pessoas e empresas em processos de cura emocional, autoconhecimento e mudança de padrões de vida, oferecendo atendimentos, cursos e materiais terapêuticos que unem visão sistêmica, desenvolvimento humano e qualidade de vida.

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